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Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

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Arte urbana que interage com a natureza

Mäyjo, 23.10.15

O urbanismo e a natureza nem sempre se relacionam da melhor forma. Mas quando tal acontece, a colaboração entre estas duas áreas pode criar algo único e especial. Exemplo disso são estas intervenções de arte urbana que incorporam os elementos naturais que estão presentes nas imediações, transformando pinturas a duas dimensões em instalações a três dimensões.

Nestes casos nem todas as paredes ou pavimentos podem ser transformadas em arte urbana: o artista tem de procurar o local perfeito e estar ciente que os elementos da natureza não são permanentes e, como tal, a obra de arte pode não durar muito tempo, refere o Bored Panda.

No entanto, as peças finais valem todo o trabalho e esforço, e são intervenções que, além de preservarem a natureza urbana, conseguem surpreender os transeuntes pela originalidade.

Veja aqui algumas destas obras de arte.

AQUECIMENTO GLOBAL: INVERNOS MAIS AMENOS NÃO VÃO SIGNIFICAR MENOS MORTES

Mäyjo, 23.10.15

inverno_SAPO

O aquecimento global não será sinónimo de menos mortes durante os meses de inverno nas latitudes mais a norte, onde as temperaturas frias são mais severas e provocam a morte de várias pessoas.

A conclusão é de um novo estudo norte americano que indica que assumir tal probabilidade é arriscado. A teoria de que o aumento das mortes durante os meses de verão, que se tornam cada vez mais quentes, será contrabalançada com menos mortes durante o inverno, que também se torna mais quente, é contrariada por este novo estudo.

A investigação, que durou vários anos, analisou as taxas de mortalidade relacionadas com as temperaturas sazonais, especialmente entre as pessoas mais idosas, num total de 39 cidades – a maioria nos Estados Unidos e três em França.

“As nossas conclusões sugerem que a redução nas taxas de mortalidade relacionadas com o frio num clima mais quente será muito menor que aquela que está a ser assumida”, lê-se no estudo, cita o Guardian. A investigação, liderada por Patrick Kinney, do Instituto da Terra da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, foi publicada na revista científica Environmental Research Letters.

“Percebemos que o excesso de mortalidade no inverno não depende da variação da temperatura sazonal e não era menor em cidades mais quentes por comparação com cidades mais frias, o que sugere que a temperatura não é um elemento chave para a mortalidade excessiva no inverno”, indicam os investigadores no estudo.

Embora os investigadores reconheçam de que os padrões da temperatura sazonal têm um impacto na saúde humana, muitos outros factores influenciam a taxa de mortalidade durante o inverno, especialmente em pessoas mais velhas. Doenças como a gripe – muitas vezes contraída através de encontros familiares durante o inverno – têm um impacto muito maior nas taxas de mortalidade que o frio.